Nos últimos anos, diversos órgãos e institutos de pesquisas mostram dados alarmantes que dão conta do elevado número de encerramento das empresas no Brasil. Contar com uma gestão contábil e fiscal de qualidade é de suma importância não só para grandes empresários, mas para micro e pequenas empresas não encerrarem suas atividades, e principalmente, crescerem de forma sustentável.

As empresas brasileiras são em sua maior parte de micro e pequeno porte, representando 85% do total.

O índice de micro e pequenas empresas que encerram suas atividades no primeiro ano de vida é de 16,32%, já aquelas que encerram suas atividades no período de dois a cinco anos equivale a 44,95%.

Dentre as principais causas está a complexidade tributária e burocracia que representa 16,51% das causas de fechamento das empresas. Além disso, o Brasil possui uma das cargas tributárias mais altas do mundo já é de amplo conhecimento, principalmente das empresas, independente do porte.

Por fim, as constantes alterações na legislação que compõem a complexa estrutura do sistema tributário brasileiro muitas vezes dificultam, quando não impedem, as empresas de aproveitar dos benefícios fiscais constantes da legislação ou garantidos judicialmente pelos tribunais superiores.

Os empresários micros e pequenos julgam que tais serviços de gestão contábil e fiscal são exclusividade e relevantes apenas para as empresas de grande porte que tem condições de contratar grandes empresas de consultoria.
Esta filosofia no entanto está equivocada, pois todas as empresas estão sujeitas ao pagamento de impostos, atendimento das obrigações tributárias e escrituração fiscal.

Uma boa gestão fiscal, contábil e legal além de possibilitar uma economia tributária e otimizar os resultados das organizações, afasta os riscos de autuações fiscais cujos valores podem causar sérios prejuízos as finanças das empresas.

Podemos elencar a título meramente exemplificativo algumas ferramentas que podem ser utilizadas na gestão tributária e que resultam na otimização dos resultados das empresas:
1. Escolha correta da forma de enquadramento fiscal e tributário da empresa, com base em uma projeção segura das expectativas de crescimento do negócio;
2. Utilização de benefícios fiscais, (federais, estaduais e municipais) previstos em lei;
3. Utilização de créditos fiscais para pagamento dos impostos e contribuições;
4. Atuação preventiva através de revisão das informações fiscais prestadas aos órgãos públicos (Receita Federal, Receita Estadual e Receita Municipal) através das declarações e livros fiscais.


Estes são só alguns exemplos de procedimentos que podem ser adotados na gestão tributária de qualquer tipo de empresa e porte.

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